sábado, 26 de setembro de 2015

HELENO, O MAESTRO !

       São João Nepomuceno é conhecida em toda Zona da Mata Mineira como: “cidade celeiro de craques”. No futebol, sempre tivemos grandes valores. Mas, Heleno Nascimento, pelo que ouvi de seus companheiros de futebol, estava acima de um grande jogador. Era o maestro do time.
Coordenava as principais jogadas, ligando o time da defesa ao ataque. Conduzia e passava a bola, como poucos. Tanto de perna direita ou esquerda, o passe ou a finalização saía com a mesma perfeição. Com vocês, Heleno do Nascimento Santos.
       Filho de José Moisés do Nascimento e Gabriela dos Santos Nascimento(ambos falecidos), Heleno nasceu na cidade Garbosa em 26/08/1946.
...“Comecei como lateral esquerdo no time dos Marianinhos(time do Rubens Paixão). Lembro-me bem da escalação: Jair, Piriá e Paulinho; Louro, Valdécio e Heleno; Roberto, Edinho, Tista, Ming e Nestor. Já no segundo time do Mangueira, comecei a atuar como meio campista. Tive uma passagem interessante, como "meia ponta de lança", no Campeonato Militar de 1965, em Juiz de Fora, pelo time do 4º Grupo de Artilharia de Combate (GAC). Fiz minha estreia no primeiro time do Mangueira com dezessete anos, em 1963. Fui escalado como centroavante contra o Guarani, time da vizinha cidade de mesmo nome. Após o jogo, no vestiário, o Dr. Heraldo de Freitas, irmão do famoso Heleno de Freitas, dirigiu-se a mim com as seguintes palavras: meu "filho", será que a história vai se repetir? Sorrindo, respondi: não doutor, minha vontade é estudar. E assim aconteceu. Tive muitas alegrias com o futebol como amador, com uma pequena passagem pelo profissional.”
OPERÁRIO - I Cestaro, Elízio, Quirino, Dola, Heleno  e Eustáquio. 
Edinho, Loro, Tista, Duda e Heleno Sarará.
Quirino no gol; Dola, I Cestaro, Elísio e Eustáquio;  Duda, você e Loro; Edinho cubu, Tista e Heleno Sarará. Este foi o melhor time em que você atuou?
-  Olha Nei, realmente trata-se de um timaço. Todavia, prefiro aquele time do Operário de 1967 por reunir craques consagrados (Quirino, Sabastiãozinho, Arlindo), craques em evidência na época (Tumbuta, Elísio, Tista e Messias) e craques que se despontavam (Duda, Anginho e Piorra). Um senhor time de futebol! Fiz parte também de um time da LUVE (UFV),  em 1970, que deixou saudades e que venceu o Botafogo em São João Nepomuceno por 4x0 (uma façanha).
Operário 1967 - Gérson, Rosalvo, Messias, Duda, Esutáquio, Sebatião Matos, Quirino, Elísio e Arlindo. 
Anginho, Tumbuta, Heleno, Piorra, Tista, Hemilson e Carlinho Potoca.

LUVE - Universidade Federal de Viçosa 1970
Em quais clubes você jogou?
-  Joguei pelo Mangueira, Operário e Botafogo de São João Nepomuceno; América de Barbacena e LUVE (UFV) de Viçosa. No América de Barbacena cheguei a disputar uma partida pelo Campeonato de Juiz de Fora em 1967 contra o Tupi (marquei um gol) mas, como foi descoberto um vínculo meu com o Mangueira F.C., acabei sendo desligado.
Quantos campeonatos disputou e quantos títulos conquistou?
-  Saí de São João Nepomuceno em fevereiro de 1964, com 17 anos, para estudar no Colégio Agrícola de Barbacena. Servi o Exército em 1965. Fiquei no Colégio Agrícola em 1966 e 1967. Em 1968, ingressei na Universidade Federal de Viçosa (UFV), jogando no time da LUVE neste período. Formei-me em 1971, com 25 anos, sendo contratado como professor. Esta trajetória evidencia uma opção pelos estudos por mim feita aos dezessete anos, fazendo com que eu disputasse poucos campeonatos na íntegra e, em decorrência, ganhasse poucos títulos. Todavia, muitas foram as partidas memoráveis, jogando pelos clubes mencionados anteriormente.
Conte-nos de sua emoção ao jogar no Mineirão.
-  Esta foi uma destas partidas inesquecíveis, da qual, infelizmente, pouco ou nenhum registro existe. Segundo minha memória, ela aconteceu em 11 de novembro de 1967 (sábado), numa preliminar de Atlético x Valério Doce. Todavia, parece haver um consenso para 12 de novembro de 1966 (sábado), numa preliminar de Atlético e Siderúrgica. Estava no Colégio Agrícola de Barbacena e uma Kombi me pegou lá na sexta-feira, véspera do jogo. O Operário jogou contra um time de Ribeirão das Neves. Ganhamos de 4x3 e foi um jogo muito disputado. Minha motivação e de meus companheiros era imensa e isto foi decisivo para a minha participação no jogo.
***** A pedido do Heleno, acionei meu amigo/irmão Eduardo Ayupe, historiador e fotógrafo profissional, que, nas horas de foga, é professor de Biologia do Colégio Grambery de Juiz de Fora e Diretor do Colégio e Curso Apoio, para que fizesse uma pesquisa no centenário Jornal Voz de São João sobre este acontecimento. Vejam o que ele encontrou:
- 13 de Novembro de 1966   –  Ano 30  -  Edição 1512
Operário em marcha
A vez do Mineirão
     “Depois de entendimentos mantidos entre o OPERÁRIO FUTEBOL CLUBE e a Administração do Estádio Magalhães Pinto( o Minierão ), por intermédio do Dr. Aloísio Ladeira(que recebeu a confirmação do jogo através de telefonema da Sra. Célia Godinho Bias Fortes), seguiu para Belo Horizonte, na sexta-feira(11) última, o auri verde são-joanense, que deve ter preliado ontem(12) na partida preliminar do jogo Atlético e Siderúrgica.
Esperamos poder noticiar, no próximo número, mais um triunfo do futebol são-joanense e do nosso Operário.”

- 20 de Novembro de 1966   –   Ano 30  -   Edição 1513
Operário em marcha
O Operário venceu no Mineirão
     “O esporte bretão da “Garbosa” está em regosijo com a brilhante vitória que o Operário F.C. conquistou sábado último no majestoso “Mineirão”, frente a equipe da Casa de Correção de Barbacena por 4x3. Este jogo foi preliminar da peleja entre Atlético e Siderúrgica, válida pelo campeonato mineiro, que terminou com o placar de 2x0 para os Atleticanos.
O auri verde são-joanense apresentou-se relativamente bem, dominando seu adversário na maior parte da peleja. A sua vitória foi justa e acreditamos que se não fosse o cansaço de alguns de seus elementos, principalmente do magnífico atacante Davi, o escore poderia ter sido mais dilatado. Isto não quer dizer que seu adversário tenha sido uma presa fácil. Ao contrário, lutou muito e jamais se entregou, apelando muitas vezes para violência para conter o ímpeto dos atacantes são-joanenses. Os tentos foram marcados por Davi(2),  Matos(Sebastiãozinho) e Tumbuta para os vencedores. Luiz(2) de pênalti e Antônio para os vencidos.
O Operário teve em Heleno (em plano elevado), Davi, Luiz Heleno (enquanto tiveram fôlego), Messias e Quirino, as suas principais peças. Os demais lutaram muito.
O auri verde apresentou-se com a seguinte constituição: Quirino, Biroba, Paulinho, Messias e Arlindo; Adalto, Heleno e Tumbuta; Davi, Sebastiãozinho Matos (Tista) e Luiz Heleno (Angelo). O juiz foi o radialista Luiz Antonio com regular desempenho.
Cobertura jornalística de Dr.Alpheu Rocha.”
Aniversário do Operário Futebol Clube. Na foto, ao lado de seu Pai José Moisés
Antes das partidas, qual adversário “tirava-lhe o sono”? Por ser muito técnico ou até mesmo desleal.
-  Tive oportunidade de jogar contra grandes equipes e craques. Jogar contra o Esporte Clube Biquense ou o Zé Adir do Olimpique de Barbacena sempre despertava uma certa ansiedade. Curiosamente, este time e este jogador marcaram duas outras grandes partidas que disputei. Uma delas, contra o Biquense, foi um jogo que fiz pelo Botafogo de São João, em Bicas, ocasião em que ganhamos de 4X1. Após o jogo, ganhei uma “boa grana” de torcedores, agradecidos, que haviam apostado na vitória do Botafogo.  A outra deu origem a um fato curioso que relatarei abaixo.


4º GAC DE JUIZ DE FORA  -  1965
Hoje foi meu dia! Qual partida você terminou com este sentimento?
-  A partida pelo campeonato militar na qual marquei 10 gols, em que pese a fragilidade do adversário, dando origem ao placar de 14x1. O jogo ocorreu às 15:30h e houve uma chuva por volta das 15:00h. Quando entramos em campo, ao ver o gramado (um tapete) do 4º GAC refletindo a luz solar, tive a sensação de que alguma coisa anormal ocorreria. Fui artilheiro deste campeonato. Curiosamente, o juiz que apitou esta partida, três anos depois apitou uma decisão entre Operário de São João e XV de Novembro de Rio Novo, no campo do Operário. Ao me ver ele disse: "você não vai marcar dez gols novamente, vai?". Aí, sorrindo, eu respondi: "Lógico que não". Só que o jogo mal tinha começado e eu peguei, "de bicicleta", um cruzamento que veio da direita e a bola entrou no ângulo. Ele passou correndo perto de mim e disse-me: "já começou, já começou?".
No futebol, uma passagem para se esquecer.
-  Após uma vitória contra o América em Rio Pomba, levei o time do Colégio Agrícola de Barbacena, para jogar contra o Botafogo de São João Nepomuceno e fomos goleados. Coisa para esquecer!
Presenciou algum fato curioso ou engraçado dentro de campo, ou mesmo no vestiário? Não vale o do seu pai (Zé Moisés) no campo do Operário. Brincadeira!!!
-  Meu pai era um torcedor com uma paixão intensa pelo Operário (risos)!!! Contarei outro fato: em 1968, estava em Viçosa e fui chamado para jogar pelo Botafogo de São João contra o Itararé, em Tocantins.  Quando entramos em campo, o Zé Adir, meio campista do Olimpique de Barbacena, que estava reforçando o Itararé me viu e exclamou: “Pô Heleno, até aqui?”. Em seguida, perguntou-me: como está seu meio de campo? Você e mais quem?”.  Aí eu lhe disse: “eu e Zé Tumbuta”. Ele: “Zé o que? Zé Mucuca?”. Eu falei: “Não, Zé Tumbuta. E você nunca irá esquecer este nome”. Ele retrucou: “Você está brincando. Nosso meio campo está formado por mim e pelo Jarbas”. Eu falei: “Conheço você e o Jarbas. Dois craques, mas depois você me conta”.   Ganhamos de 4X1. Após o jogo ele me disse: “Pô Heleno, esse tal de Zé Tumbuta é o “capeta”!”. Eu respondi: “Não lhe disse?.
 Nei, relato mais um fato interessante. O “Bossa Nova”, treinador que esteve em São João Nepomuceno na década de 60, selecionou dois jogadores para jogar em Apucarana, norte do Paraná. Fui selecionado, juntamente com o Genaro (ponta esquerda do Itararé de Tocantins). Meu pai concordou com minha ida, mas minha mãe foi contra (queria que eu estudasse) e acabei ficando. No jogo Botafogo e Itararé mencionado acima, conversei com o Genaro (já havia retornado) e ele me disse que “valeu mais pela experiência”.

Qual foi seu melhor técnico?
-  Citarei dois: Rubens Paixão (Marianinhos) e Chupica (Operário).
Terezinha Pinto, Biroba, Alfredo, Pereira, Arimatéia, Quirino, Arlindo ,jogador do Géo,Chupica Sonia vedete. 
Itamar Colero, Tista,Tumbuta, Sebastião Matos, Heleno, Heleno Sarará, Adauto Maia, jogador Geo.
E o melhor dirigente?
-  Colombo (Operário).
Qual o melhor jogador de sua época?
-  Zé Tumbuta. Foi o melhor meio de campo que ajudei a formar.
Qual ou quais atletas de sua geração poderia(m) ter jogado em um time profissional?
-  Cito Tumbuta, Louro, Rui (Atlético de Viçosa), Machadinho (LUVE-UFV), dentre vários outros que, se fosse hoje, certamente poderiam optar pelo profissionalismo, uma vez que o ambiente profissional naquela época não era muito atraente. Em São João Nepomuceno e por onde passei no amadorismo, minha geração teve grandes mestres no futebol e, certamente, produziu craques que serviram de inspiração para outros grandes craques de gerações futuras.
Escale um time com os melhores jogadores com quem você atuou. Pode “misturar” os que você jogou contra e a favor.
-  Missão difícil, mas vamos lá, incluindo-me e na certeza de gerar controvérsias: Quirino (Wellington), Adauto, Sebastiãozinho, Elísio e Messias; Heleno e Tumbuta; Machadinho (LUVE-UFV), Louro, Tista e Nestor.
Colégio Agrícola de Barbacena

Com  o Tio Paulinho Lulu e os sobrinhos Paulo Roberto(colo) e Ronaldo de pé. Bar do Lulu ao lado da extinta linha férrea em São João Nepomuceno-MG


Qual matéria e por quantos anos você lecionou na UFV?
-  Na UFV lecionei Matemática no Colégio Universitário (COLUNI) nos anos de 1970 e 1971, quando ainda era estudante de graduação. Durante 32 anos fui professor na UFV. Lecionei Cálculo, Álgebra Linear, Estatística e Pesquisa Operacional entre 1972 e 2001, quando me aposentei.
Nesta IES, participei da criação dos Departamentos de Matemática e de Informática, bem como dos cursos de Matemática (bacharelado) e de Ciência da Computação bacharelado, especialização e mestrado).

Qual sua atividade nos dias atuais?
-  Aposentei-me em 2001 na UFV para ajudar na criação da Faculdade de Viçosa (FDV) onde sou professor e, desde 2007, atuo como Diretor Geral. Continuo lecionando esquisa Operacional nesta IES, tendo participado da criação de dois (Sistemas de Informação e Engenharia Produção) de seus sete cursos.

Por fim, quero expressar minha gratidão a Deus pela dádiva da vida! 
Por me livrar da dependência alcoólica que me acompanhou dos 26 aos 43 
anos, pelas alegrias que tive no futebol, pela minha esposa e filhos, 
pelos meus irmãos e parentes e pelas amizades que tenho!

Obrigado ao amigo Heleno Nascimento pelo carinho com este modesto blog.

Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser!

domingo, 20 de setembro de 2015

REGIONAL DE UBÁ-2015 – CRUZEIRO DE GUIDOVAL VENCE FORA DE CASA.

Cruzeiro de Guidoval
O torcedor que compareceu na manhã de domingo(20), no campo do Mangueira, viu nosso representante, até os 20 minutos da primeira etapa, criar e perder várias oportunidades de gol. O Cruzeiro de Guidoval aproveitou-se da má pontaria de seu adversário e da boa presença de seu goleiro Michel.
No vídeo abaixo você verá quando Robô cobra falta e Matheus chega atrasado par finalização. Logo em seguida, Ramon perde ótima chance depois de receber um excelente passe de Michel Gielo. O artilheiro chutou cruzado com a bola saindo a direita do goleiro. Matheus também perdeu uma grande oportunidade de abrir o marcador. O atacante dominou livre dentro da área mas finalizou pra fora. Em cobrança de falta, Robô obrigou Michel realizar grande defesa. Tudo isso nos primeiros 20 minutos de jogo.
O Cruzeiro parecia um boxeador que lutava com a guarda alta, assimilava os golpes e aguardava o momento exato para contra golpear. E foi o que aconteceu, aos 23 minutos, quando o atacante Rildo recebeu bola em velocidade, entrou na área e foi derrubado pelo goleiro Douglas; Pênalti. Guilherme bateu e fez Guidoval 1x0.
Parecia que o anfitrião não sentiria o golpe. Mas, aos 26, Leandro Jesus cobrou falta na cabeça do zagueiro Cássio que ampliou para 2x0. Bem que São João tentou, mas não conseguiu diminuir na primeira etapa.
Veio o segundo tempo e os visitantes não deram refresco. Aos 8 minutos, Guilherme recebeu bola na intermediária ofensiva, ganhou na velocidade do zagueiro Léo, e entrando na área tocou no canto esquerdo do goleiro Douglas que voou mas não conseguiu defender. Guidoval 3x0.
Neste momento, Ayupe promoveu as entradas de Danrley, Júnior Gielo e Pelezinho nos lugares de Odair, Noel e Matheus respectivamente. As alterações deram resultado. Aos 16 minutos, Robô bate falta da direita para encontra a cabeça de Júnior Gielo que de peixinho diminuiu para 1x3. Não demorou muito para Danrley receber passe de Pelezinho e, com categoria, encostar no placar. São João 2x3. Aos gritos de ainda dá, Ayupe motivava sua equipe para o empate e uma virada heroica. Aos 43 minutos, depois de um “bololô” na área do Cruzeiro, a bola sobrou para Pardal que, desequilibrado, tocou de cabeça para boa defesa de Michel. E ficou nisso. São João 2x3 Cruzeiro de Guidoval.
ASSSISTA O VÍDEO COM OS LANCES MENCIONADOS NO TEXTO ACIMA.

                 
Com boa arbitragem de Márcio Dias, auxiliado por José Renato Oliveira e Altemir Silva, São João jogou e perdeu com Douglas no gol; Michel Gielo, Noel(Júnior Gielo), Léo Almeida e Marcos Farofa(Richardson); Max, Odair(Danrley), Pardal e Robô; Ramon e Matheus(Pelezinho). Técnico : Ayupe.
Cruzeiro de Guidoval jogou com Michel; Waguinho, Cássio, Café e Bruno Maia; Emiliano(Claudinei), Jean, Wagner e Leandro; Rildo(Weberti) e Guilherme. Técnico : Wagner Morais.
Neste final de semana, São João volta a jogar com o Cruzeiro, agora em Guidoval.
Mais registros :
 Altemir Silva, Márcio Dias e José Renato Oliveira

 São João Nepomuceno

 Guilherme Morais - artilheiro da partida com 2 gols

 Cássio - marcou o segundo gol do Cruzeiro.

 Júnior Gielo entrou e marcou um

 Danrley também deixou o dele.
Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser!

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

FRANCISCO DE ASSIS MENDONÇA, PIORRA

Nascido em São João Nepomuceno em 18 de maio de 1951, Piorra iniciou sua trajetória no Botafogo de São João Nepomuceno.
- “Botafogo era o clube que eu pulava a cerca do quintal da minha casa e chegava até o campo. Minha Família toda torcia pelo Botafogo, e ali eu iniciei minhas atividades no futebol. Em 1964, comecei jogando peladas, e no ano seguinte no time infantil do Botafogo. O time era muito forte com Welington Itaborahy no gol, Antônio Pimenta, I Cestaro, Elísio e Valtinho Pintou ou Zé Américo; Capelinha, eu e Tumbuta; Edinho cubu, Márcio Américo e Paulinho Pimentel. Mas não posso deixar de falar das grandes equipes do Botafogo que vi jogar. Por exemplo; Colero, Paiva, Zé Acrísio, seu pai(Gabriel Nascimento)... Eu adoro falar desta turma porque foi ali que tudo começou. Quando garoto eu assistia aos treinos, e gostava de assentar lá no meio e ficar ouvindo as palestras do treinador Joaquim Furtado.
Depois, tive um desentendimento com o Netinho e fui para ao Operário. Outro timaço: Quirino no gol, Messias pilão, Heleno testudo, Anginho, Eustáquio, Tumbuta, Duda, Potoca, Sebastião Matos...”


O Piorra é um ser humano fantástico! Convido você a assistir os três vídeos que anexei neste modesto blog. Neles você terá a oportunidade, única, de conhecer uma trajetória de Vida espetacular.

                

                

                
Mais registros:
 Botafogo de São João
Infantil 1965 - Sr.Alpenor, Sebastião Schincariol, Tonico mexirica, Tonico Pimenta, Aécio Cruz, Marota, Mauro, Acrisio Mendonça e Netinho Soares.
Agachados: Tizil, Anginho, Bananinha, Nem Torinho, Piorra, João Gabira e Luisinho.

 Anginho, Bananinha, Nem Torinho, Piorra e João Gabira.

 Botafogo de São João
Netinho, Valtinho Pinton, Capelinha, Welington, I Cestaro, Antônio Pimenta, Tumbuta, elísio e Piorra.
Schincariol, Márcio Welson, Márcio Américo, Edinho cubu e Bililiu.

 Máster Taubaté

 Franquia do São Paulo


 Piorra técnico do Taubaté

 Franquia do Corinthians

 Franquia do São Paulo

 Antônio Pimenta, Capelinha, Welington, I Cestaro, Elísio, Zé Américo e Netinho.
Edinho cubu, Márcio Américo, Piorra, Tumbuta e Paulinho Pimentel.

 Em pé: Arésio, Zé Borges, Bráulio, Daniel, Cassetete e Mário Lourenço;
                        Agachados: Jésum, Paulinho Cai-Cai, Eduardo Perrela, Piorra e Dias.

 Máster Taubaté

 Piorra ao lado de seu técnico no Villa

 Franquia do Cruzeiro

 Cruzeiro

 Piorra em ação no Taubaté

 Visitando o Villa

 Técnico do Tupi de Juiz de Fora-MG

 Em atividade

 Sendo homenageado nos 25 anos do acesso do Santo André(1981)

 Franquia do São Paulo


 São paulo

 Piorra jogando pela Seleção de Goiás na inauguração do Serra Dourada

 São Paulo


 Elenco do Taubaté campeão da A2 1979

Piorra técnico do Taubaté


 Villa Nova - MG campeão brasileiro série B 1971

 Villa

Villa
Obrigado Piorra, por ter levado e elevado o nome de São João Nepomuceno-MG por onde você passou.
Muito obrigado por sua amizade.

sábado, 12 de setembro de 2015

COPA HELENO DE FREITAS-2015 : PALMEIRAS 1x0 CRUZEIRO

Pela 3ª rodada da 14ª Copa Heleno de Freitas de Futebol, a equipe do Palmeirinha do Bairro Benetti recebeu o Cruzeiro de Taruaçu e venceu pelo placar de 1 a 0.
Quem esperava que o anfitrião, Palmeirinha, vencesse com facilidade viu o visitante, Cruzeiro de Taruaçu, criar as principais jogadas da partida, obrigando ao bom goleiro Hugo Bezerra realizar grandes defesas.
A primeira etapa apresentou pouca emoção. Mas, logo aos 8 minutos de jogo, Hugo mostrou serviço fazendo boa defesa depois do chute de Matheus de fora da área. Em seguida, um lance polêmico. Matheus recebe o combate de Charles e caia dentro da área do Cruzeiro
No segundo tempo o Palmeirinha abriu o marcador com o atacante Matheus. Bililiu cobrou falta da esquerda. Walace tentou o domínio mas a bola sobrou para Matheus marcar o único gol da partida

Depois só deu Cruzeiro. Alvinho chuta para defesa de Hugo. Em seguida, Alvinho cobra escanteio para cabeçada de Gustavo e nova defesa de Hugo. E no final a defesa mais importante de Hugo. Everton levanta bola na área e encontra Gustavo(atacante) livre de marcação. Ele toca, porém, Hugo faz grande defesa. Na sequência, Gustavo(meio campo) finaliza de fora da área para boa defesa de Hugo. Final Palmeirinha 1x0 Cruzeiro.
ASSISTA AO VÍDEO.
video
Com boa arbitragem de Luís Antônio Silvano, auxiliado por Rui de Almeida e Haroldo Souza, o Palmeirinha jogou e venceu com com Hugo no gol; Bililiu, Thales, Felipe(Tijão) e Léo(Michel); Vinícius, Walace(Sávio), Marco Antônio e Ricardo; Daniel(Wilian) e Matheus. Técnico : Carlinhos Costa.
Cruzeiro de Taruaçu jogou com Maicon; Paraíba, Charles, Ismael e Marcelo; Gustavo, Ewerton, Matheus e Francisco(Douglas); alvinho e Lázaro(Gustavo). Técnico : Rogério Luís.
Neste domingo, às 15 horas, o Palmeirinha volta jogar em casa para enfrentar o Independente de Goianá.

No segundo tempo o Palmeirinha abriu o marcador com o atacante Matheus. Bililiu cobrou falta da esquerda. Walace tentou o domínio mas a bola sobrou para Matheus marcar o único gol da partida
Depois só deu Cruzeiro. Alvinho chuta para defesa de Hugo. Em seguida, Alvinho cobra escanteio para cabeçada de Gustavo e nova defesa de Hugo. E no final a defesa mais importante de Hugo. Everton levanta bola na área e encontra Gustavo(atacante) livre de marcação. Ele toca, porém, Hugo faz grande defesa. Na sequência, Gustavo(meio campo) finaliza de fora da área para boa defesa de Hugo. Final Palmeirinha 1x0 Cruzeiro.

Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser.