domingo, 28 de dezembro de 2014

LUIZ QUIRINO DE FREITAS – O SHOW MAN.

“ Eu nasci no dia 16 de julho de 1937, em São João Nepomuceno, no lugar denominado Ponte de Pedra. A casa fica bem ali na saída para Descoberto.
Comecei a jogar futebol nas peladas do campo do Operário Futebol Clube. Das peladas formamos o infantil do Operário. Eu era goleiro. Mesmo antes de jogar em clube eu gostava de colocar uma pedra de cada lado e pedia aos colegas para chutar. Assim que começou.”
Além do Operário em quais outros clubes você jogou?
- Botafogo, Mangueira, União de Roça Grande, 15 de Novembro de Rio Novo, Pombense de Rio Pomba, Tibério de Guarani, Leopoldina de Bicas e Aymorés de Ubá.
Todos os títulos são importantes; comente um.
- Foi emocionante o campeonato experimental da Liga de Futebol de São João Nepomuceno, em 1973. . Eu jogava no União de Roça Grande e vencemos o time do Descoberto pelo placar de 1 a 0.
O Descoberto era um time praticamente de profissionais, e nesta decisão eu vi a maior plateia, de todos os tempos, em um campo de futebol aqui em São João.
Nunca mais vi uma plateia assim. Além do Tista que marcou o único gol da partida, tinha o Messias do Pilão, o Arruda, Delei do Zé Descoberto, o Carlinhos do Babado, Lalucio. Um timaço.
Hoje eu arrebentei! Qual partida, ou quais, você terminou com esta sensação?
- Na decisão de União e Descoberto eu joguei muito bem. Mas tem um Mangueira e Botafogo, no campo do Mangueira(hoje Parque de Exposição), que foi inesquecível.
A partida aconteceu pelo campeonato de 1957 organizado pela Liga Biquense de Futebol e o Botafogo venceu por 1x0, gol do Guará.
Nenhuma das duas equipes tinha condições de ser campeã. Mas o clássico Botafogo e Mangueira  era como se fosse uma decisão. E esse jogo foi fantástico porque o Mangueira trouxe 8 jogadores do time profissional do Ribeiro Junqueira de Leopoldina.
O Sapucaia, que estava indo para o Cruzeiro de Belo Horizonte, era um craque e chutava muito. Teve um  lance dele que não me esqueço. No gol da entrada tinha um muro que hoje não existe mais; o Sapucaia deu um chute para o gol que lascou o muro. Caiu um pedaço de tão violento que foi o chute.

Em resumo: aquele foi um dia que realmente eu apareci em jogadas importantíssimas. E isso foi uma questão de orgulho para mim, porque eu queria mostrar que eu estava destacando, também, nesta modalidade de esporte em São João.
Gostaria de destacar outro fato marcante?
- Eu era o goleiro do Operário de São João quando fomos convidados para jogar no Mineirão. Nós vencemos; e o saudoso Sebastiãozinho Matos marcou o primeiro gol, não oficial,  do Mineirão. Bom, assim dizia ele. O Heleno Nascimento, que era um cracaço de bola, também marcou um gol.
Antes das partidas, qual atacante tirava-lhe sono? Quais as qualidades deste adversário?
- Antes de falar o nome dele quero dizer que este jogador desequilibrava. Ele tinha uma jogada característica que driblava a gente mesmo antes de chutar no gol. Meu primo Zé Tumbuta. Sem dúvida nenhuma, foi o melhor jogador de São João de todos os tempos.
1967 - Operário Futebol Clube 
+Gerson, Rosalvo, +Messias, Duda, Esutáquio, +Sebastião Matos, Quirino, Elizio e +Arlindo. 
Agachados: Anginho, +Tumbuta, Heleno Nascimento, Piorra, Tista, Hemilson Sanábio e Carlinho Potoca.
Do nosso futebol regional: um técnico, um diretor e um árbitro.
- Sebastião Cravina no Pombense de Rio Pomba, foi espetacular. Em São João tinha o Sr.Alzimar. E o Anísio Estevão, que era diretor do Operário, de vez em quando colaborava como técnico.
Antes de destacar um diretor, quero dizer que o Sr. Agnaldo Mendonça no Botafogo, Dr. Mário Zágari no Mangueira e Colombo Porto Maia no Operário, sempre trataram os atletas com muito respeito e carinho. Mas em termos de organizador de clube eu destaco Dr. Mário Zágari.
O melhor árbitro da minha época foi o Silveirinha, Mílton Silveira de Juiz de Fora. Muito bom!
Além do futebol você se destacou, também, no volei. Fale-nos um pouco desta experiência.
- Paralelo ao futebol eu joguei vôlei no Mangueira. Mesmo jogando futebol em outro clube eu jogava vôlei no Mangueira. Inclusive, fomos campeões de vôlei do interior do Estado de Minas. Tínhamos ótimos jogadores como o Egon, Cacau, Adil, Veríssimo, entre outros que não me recordo agora. Era um time fantástico. Quem treinava esta equipe era o Sargento Gibran, do Tiro de Guerra de São João.
Ao encerrar a carreira de atleta, o que o levou a ser árbitro de futebol?
- Eu sempre fui observador e rigoroso. Segundo consta, eu fui um bom árbitro, pois, ganhei o troféu Tribuna como melhor árbitro da Região. A eleição foi promovida pelo Jornal Tribuna de Juiz de Fora.
Uma passagem engraçada como árbitro de futebol.
- Em Leopoldina teve um caso muito engraçado. Foi o seguinte: eu já tinha chamado a atenção do atleta e ele fez uma falta violenta. Aí eu falei:
Já sabe a cor do cartão né?  Então, vai se preparando para sair. Ele começou a reclamar dizendo: O Sr. não pode fazer isso. Eu sou jogador profissional. Eu joguei no Americano... Quando ele falou que jogou no Americano eu disse:: O que! Americano? Fora!  Se você tivesse jogado no Real Madri, aí você ficava. Real Madri, Barcelona, mas Americano! Ah! Pelo amor de Deus né!
Quando começou a paixão pela música?
- A música foi no final dos anos 70 quando eu fui para o Esplendor do Morro e criei o Grupo Roraima. Seresta eu faço há mais de 30 anos. Há muitos anos, eu e  Neli Gonçalves, formamos “Los Seresteiros”.
E a sua música preferida que não pode faltar no repertório.
- My Way. Mas prefiro cantá-la em português. Adoro a letra.
Obrigado Nei. Foi uma satisfação muito grande estar aqui para esta entrevista. Digo que a amizade está acima de tudo.
Disse que gosto da canção My Way, sabe porque? “ Eu vou viver a minha Vida do meu jeito. Viver do meu jeito. Passando por tudo sem ferir ninguém, sem desagradar ninguém. Tentando chegar até a minha caminhada final. Eu tenho certeza que Deus vai me ajudar.”
Nós é que lhe agradecemos por tudo que fez por nosso esporte.
*** Recentemente, Quirino gravou um CD com vários sucessos. Pode adquirir que você vai gostar.
Timaço do Operário
 I Cestaro, Elízio, Quirino, Dola, Heleno Nascimento e Eustáquio. 
Agachados: +Edinho(irmão do Duda), Loro, Tista, Duda e Heleno Sarará. 
1997  - Vicente de Paula Pereira, Luís Quirino de Freitas e Tabajara Martins. Estádio Hercílio Ferreira, campo do Mangueira
Botafogo Futebol Clube  -  Guará, Quirino, Leci Lacava, Paiva, +Zé Acrísio, Ribita e Ivan. Agachados; +Arlindo, Colero, +Gabriel Nascimento, +SebastiãoMatos e Vanderlei.

Abraço a todos e 2015 de Saúde, Paz, Amor, Trabalho e muitas realizações.
Até a próxima se Deus quiser!

domingo, 21 de dezembro de 2014

ADIL: O VENCEDOR DE DESAFIOS

          Adil, craque na bola, craque na Vida. Ou, Adil, o campeão do otimismo. As opções de títulos para esta matéria são grandes. Pois, o nosso Nica (como sempre o chamei, e, escreverei durante toda a matéria) se enquadra em diversas frases de superação. Na verdade, ele é a superação.
“O que é bom já nasce feito”. Fatalmente, seria jogador de futebol profissional. Talvez, o saudoso “João do Botafogo” já sabia disso antes de todo mundo. Em 1978, com apenas 13 anos, nas peladas da quadra do Botafogo Futebol Clube, Nica driblava com categoria e finalizava com perfeição. Lá de cima o João gritava: “vai Zico, vai Zico.” O João já sabia o que estava reservado ao jovem talento. E você, imaginava que pudesse chegar onde chegou?
- Olha Nei; eu sempre tive um objetivo desde meus 14 anos de idade. Nesta época, tive minha primeira oportunidade. Um convite do Cláudio Coutinho para treinar no Flamengo. Pois, ele era o treinador do time profissional e direcionava muito as categorias de base. Infelizmente, não pude ir. E isso me frustrou muito.
          Já no time do saudoso José Maria Gomes da Silva, Nica desequilibrava as partidas com jogadas de velocidade e dribles desconcertantes. Além de marcar muitos gols.
Características que despertou a atenção de Pereira, um amante do futebol e com influência no América do Rio de Janeiro. Ao lado do amigo Lalúcio, em 1982, Pereira levou Nica e o Zeca(Zeca Móveis) para uma fase de testes no “time do Andaraí”.
Nesta ocasião, Marco Aurélio Ayupe, que foi a passeio, também ficou. Mas esta história ficará para outra oportunidade.
Em resumo: Nica, Zeca e Ayupe foram aprovados.
E aí Nica, como foi o início no América?
- Depois da frustração de não ir para o Flamengo, continuei na busca do meu objetivo. E digo sempre que tive méritos. Méritos pela perseverança, pela insistência, pela dedicação e pela superação acima de tudo. Eu fui um jogador que foi “escolhido no alambrado”. Cheguei para treinar no América do Rio e aguardava minha vez na beira do campo, encostado no alambrado. O treinador olhou e falou: Você aí. Joga de que? Eu falei: de ponta esquerda. Então aproveita que você já está na beira do gramado e entra aí. E eu, em cinco minutos, mostrei porque que  tinha ido realmente. Foi a primeira oportunidade real que tive.
O primeiro grande desafio
Em 1984, uma grave fratura de tornozelo se tornaria o primeiro obstáculo na carreira.
Nica, o que realmente aconteceu?
- Estava no meu melhor momento. Tinha acabado de passar do juvenil para a equipe de juniores. Na oportunidade, o América tinha um time muito forte. Inclusive o Edu, irmão do Zico, era o treinador e o América se destacava no campeonato carioca, o OPG (Otávio Pinto Guimarães). Na minha safra tinha o Jorginho(seleção 1994), Heitor, Paulinho(Fluminense), Mauricinho(Vasco)... Eu fiz minha estreia contra o Flamengo e guardo na lembrança com muito carinho, porque fiz uma grande partida. Depois desta partida vim em casa visitar minha Família. No meu retorno ao Rio, estava previsto um amistoso do América contra o Resende. O treinador, Sr. Amaro, me disse que se eu não quisesse jogar não teria problema. Mas disse pra ele que gostaria de jogar. Mesmo porque, seu filho jogava na mesma posição que eu. Além de no sábado seguinte termos um difícil jogo contra o Botafogo... Acabei jogando e recebendo uma entrada por traz, que fraturou meu o tornozelo. Esse realmente foi meu primeiro obstáculo, porque eu vi como era difícil você estar  numa equipe sem estrutura e precisar dela. O América não me deu nenhum apoio. Graças a Deus, meu saudoso e querido Pai vendo que meu negócio era jogar futebol, me levou para Juiz de Fora e o médico disse que a melhor saída era a cirurgia. Internei no mesmo dia, e no dia seguinte colocamos dois parafusos no tornozelo. Fiquei seis meses de repouso numa recuperação dificílima. Em seguida, troquei o processo que moveria contra o América em troca da minha liberação.

Cruzeiro de Belo Horizonte
“Depois de recuperado, voltei a jogar no Botafogo de São João Nepomuceno. Em 1985, fui levado pelo Élcio Fam para treinar na equipe de juniores do Cruzeiro de Belo Horizonte. O Zé Luís e o Kiln já estavam lá. Como já conhecia o “caminho das pedras”, passei no teste. Depois de seis meses no clube, com 20 anos, assinei meu primeiro contrato como jogador profissional. A partir daí comecei minha vitoriosa carreira conquistando meu primeiro título em 1987. Campeão Mineiro pelo Cruzeiro ao lado do goleiro Etinho (Welington Fajardo).”
 Primeiro ano como jogador profissional. Zanata observa. Foto: Revista Placar.
Os clubes pelo Brasil
“Do Cruzeiro fui para o Tupi de Juiz de Fora, depois Guarani de Campinas. Em 1991, cheguei em Araraquara e fiz um ótimo campeonato Paulista pela Ferroviária. O que despertou o interesse da Portuguesa de Desportos. Na Lusa, joguei ao lado do saudoso Dener e fiz muitos gols. Em 1992 a Portuguesa formou um timaço que contava com Rodolfo Rodrigues no gol, Zé Maria(seleção brasileira), Capitão, Cristóvão Borges(atual técnico do Fluminense), Nílson, Maurício(Botafogo)... Fui destaque do  paulista de 1992 e sondado para a seleção brasileira. Na época, Falcão era o treinador. Como prêmio, a “sirene do Parque São Jorge” tocou para mim”. Fui contratado pelo Corinthians e joguei o campeonato paulista de 1993 ao lado do goleiro Ronaldo, Giba, Marcelo Djean, Marques, Paulo Sérgio, Viola, Neto, Tupãzinho...”
1992 - Em pé:  Rodolfo Rodríguez, Zé Maria, Charles, Augusto, Wladimir e Capitão. 
Agachados:  Maurício, Cristóvão, Nílson, Carlinhos e Adil.

1993 - Em pé: Marcelo, Gino, Baré, Biro e Ronaldo. 
Agachados: Fabinho, Marques, Neto, Tupã, Adil e Ezequiel.

Em visita ao Programa “Os Donos da Bola” Nica ouviu a seguinte frase dita pelo apresentador e amigo  Neto: “Eu que mandei te contratar. Mas quem bate falta aqui sou eu.”
Brincou Neto referindo-se quando da apresentação do Nica no Corinthians.
Nelsinho Batista
Titular absoluto do time do Corinthians durante todo o campeonato paulista de 1993; e na decisão ser sacado do time logo aos 23 minutos do primeiro tempo, este fato deixou alguma mágoa contra o Nelsinho?
- Fiquei chateado porque estava bem no jogo. Além de ser uma decisão e, ainda, no início da partida. Depois da minha saída o Palmeiras fez o primeiro gol justamente no setor que eu estava atuando.
Mas mágoa eu não posso ter. Mesmo porque foi o Nelsinho que pediu ao Vicente Matheus que me contratasse. Na verdade, eu tenho é gratidão.
Acabado o jogo, vitória do Palmeiras por 3x0, cada um seguiu seu caminho; eu fui para o Grêmio de Porto Alegre e só encontrei o Nelsinho anos depois...
Acabado contrato com o Grêmio, retornei ao Corinthians. Comprei meu passe e “rodei” pelo Brasil jogando em várias equipes como: Sport do Recife, Criciúma, Figueirense, Coritiba, Bahia(em 1990), Tupi(segunda passagem), Botafogo de Ribeirão Preto, Araçatuba-SP, São José-SP, Bragantino, entre outros. O Juventos da Mooca, em São Paulo, foi minha última equipe. E, antes do meu grave acidente, Deus me reservou um momento mágico na minha Vida. Marquei o gol que o Pelé não conseguiu fazer. Em partida realizada contra o Santo André, já nos acréscimos, na saída de bola, coloquei por cima do goleiro Irã. Foi muita emoção.

Nos vídeos, abaixo, você assistirá uma espetacular reportagem da ESPN Brasil produzida pelo premiado e competente jornalista Marcelo Gomes. Além de muitos gols do nosso craque, inclusive o gol do meio campo, último grande gol de sua carreira.

http://espn.uol.com.br/video/467038_superacao-e-garra-apos-acidente-fazem-de-adil-pimenta-um-bola-de-ouro-na-vida

Detalhe: não consegui postar o vídeo da ESPN, mas o endereço é este acima.

Abaixo, muitos gols do Adil. Inclusive o do meio campo mencionado no texto acima.




Adil fala do companheiro do Neto. Amigo de quarto nas concentrações.

                  

                   
No vídeo acima, tive a oportunidade de estar ao lado do craque no programa Arena Alterosa apresentaado pelo amigo Lucas Girardi

 Mais registros
 Juventos - Último clube no ano 2.000

 Tupi de Juiz de Fora


 Pra ele, treino era jogo.

Criciúma



 Depois do acidente

 Coritiba foi em 1986

 Ferroviária de Araraquara - 1990

 Irreverente, deu cartão amarelo para Luciano de Almeida.

 Ao lado de Pelé.


Desejo a todos que Jesus Cristo seja o convidado mais importante nas comemorações do dia de Natal.


Feliz Natal e até a próxima se Deus quiser!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

BOTTI, O XERIFE DA ZONA DA MATA.


Quem tem pouco mais de 45 anos vai se lembrar do zagueiro que fez história, principalmente, em São João Nepomuceno.

José Roberto Botti Filho, ou simplesmente Botti, foi peça importantíssima na campanha vitoriosa do Operário Futebol Clube no certame de 1978, que terminou com a conquista do título de campeão da Zona da Mata.

No vídeo abaixo, você conhecerá um pouco da curta mas vitoriosa carreira de um dos mais regulares zagueiros de nossa região.


Assista

              

Mais registros: CLIC NAS FOTOS PARA AMPLIAR.

 No Sport-JF ao lado do goleiro Fernando, Pato, Samarone, Lema...

 Treinamento do Sport

 Em Viçosa, depois que abandonou o futebol para se dedicar aos estudos.

 No alto era dele! Sport-JF

 Na escola.

Operário de São João Nepomuceno - 1978

 Sport-JF com Betinho, Lema, Samarone, Gilberto...

 Sport-JF com Lema, Samarone...

 Time campeão da zona da mata 1978: +Ademir, Deco, Botti, Lema, Maurício e Welington.
Agachados: Anginho, Zé Carlos, Weber, Zim Caeira e César.

 Foto histórica: a única vez com a camisa do Tupi de Juiz de Fora. Ao lado de Zé"Bodega"Eduardo, Júlio Maravilha, técnico Nando, Samarone, Magalhães...

No Entrerriense de Três Rios-RJ.

Obrigado ao amigo Botti que, gentil e carinhosamente, me recebeu em sua aconchegante casa.
Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser!

domingo, 23 de novembro de 2014

REGIONAL DE UBÁ 2014 – SENADOR FIRMINO ESTÁ NA GRANDE FINAL.

Nacional de Senador Firmino

Contrariando minha análise onde disse que a lógica é vencer o time que tem elenco treinando e jogando junto há mais de 4 anos; possuidor do melhor conjunto e que está melhor preparado técnica, física e taticamente... O Nacional de Senador Firmino veio a São João Nepomuceno e bateu o anfitrião pelo placar de 2 a 1.
Você observará no vídeo abaixo que, com marcação perfeita e um grande poder ofensivo  o Nacional abriu o marcador logo a um minuto de jogo. Flavinho cobrou falta na cabeça de Eydson que escorou sem chance para o goleiro Vítor Hugo. Aos seis, Valdinei finalizou de dentro da área para defesa segura de Vítor Hugo. Valdinei voltou a chutar forte aos 14 minutos obrigando o goleiro de São João a praticar excelente defesa. Aos 18 minutos, Hiago escapa pela direita e Dida aparece em boa defesa. Em seguida, o lance mais polêmico do jogo. Eydson entra pelo lado esquerdo da área e recebe o combate de Michael “robô”. O atacante de Senador Firmino cai e o juiz marca pênalti. Vendo e revendo o lance várias vezes eu não cheguei a uma conclusão. Você que acessa o blog do Nei Medina, o que achou do lance?  Valdinei cobrou e aumentou para  2x0. Como este  resultado não interessava para São João, a saída foi partir pra cima. Aos 29, Michael”robô” chutou e a bola passou com perigo a direita de Dida. Logo depois foi a vez de Hiago tentar surpreender o ótimo goleiro do Nacional, mas a bola saiu novamente a direita do goleiro. O Nacional tentava ampliar. Tita cobriu o goleiro mais Marcos Vinicius tirou na pequena área.
Veio a segunda etapa e são João marcou logo aos 2 minutos. Michel Gielo levantou bola da direita e Michael”robô” mergulhou para, de cabeça, diminuir. São João 1x2 Nacional. A partir daí, foi uma pressão total de São João. Depois de excelente jogada de Michiel Gielo pela direita, Michel “bagulho” marca em posição irregular. Aos 13, Hiago finaliza de fora da área para boa defesa do goleiro Dida. Sempre pela direita, São João teve chance real de empatar a partida. Michel Gielo centro para o “sem pulo” de Michel”bagulho”. Dida fez uma brilhante defesa. E no apagar das luzes, aos 44 minutos, Raniel chuta cruzado com a bola explodindo na trave. Na sequência do lance, Vitor Hugo é expulso por falta na entrada da área sendo último defensor de São João. Final, São João fora do Regional de Ubá 1x2 Nacional de Senador Firmino na final contra o Montanhês de Ervália.  No final do vídeo uma entrevista com o talentoso Peixoto.
Assista
                   

Com arbitragem de Luiz Ferreira Cassino, auxiliado por Roberto Pereira de Souza e Jorge Luiz Dias Ferreira, são João jogou e perdeu com Vítor Hugo no gol; Michel Gielo, Léo Almeida(Saulo), Diego”papito” e Marcos Vinícius”chiqueirinho”;  Romário, Juninho PC(Emerson), Hiago Dias e Michael”robô”; Romero(Raniel) e Michel”bagulho”. Técnico: Ayupe.
Comando pelo competente técnico Osório. O Nacional jogou com Dida; Rafael(Léo”piolho”), Tita, Ronan e Humberto; Riquinho, Peixoto, Flavinho e Dudu(Jefferson); Eydson e Valdinei(Colin).


Mais registros: CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIAR.

 Jorge Luiz Dias Ferreira, Luiz Ferreira Cassino, Roberto Pereira Souza e Jairo Carlos Ferreira Dutra

 Peixoto

 São João Nepomuceno

 Momento de união e Fé

 Eydson - autor do primeiro gol do Nacional

 Osório - técnico do Nacional

 Ayupe

 Robô se preparando para mais uma cobrança de falta

 Momento em que o ótimo Valdinei é advertido com amarelo

Peixoto e Robô
Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

15 de NOVEMBRO de RIO NOVO É O GRANDE CAMPEÃO DA COPA ALTEROSA-SUB 20

Clique na foto para ampliar
No domingo(02/11), quem foi ao Estádio José Ribeiro de Paiva, em Rio Novo, teve a grande oportunidade de assistir uma excelente partida de futebol.
15 de Novembro Rio Novo e 15 de Novembro de Laranjal deram continuidade ao que começaram na primeira partida realizada em Laranjal.
O time da casa jogando com a vantagem do empate e o representante de Laranjal, com um belo time, buscava a vitória para levar a decisão para os pênaltis.
Mais uma vez o time de Laranjal partiu com tudo pra cima. E o 15 de Rio Novo esteve bem defensivamente, explorando com inteligência os contra ataques. Final de jogo,1x1.
15 de Novembro de Rio Novo campeão da Copa Alterosa de Futebol Regional, categoria sub 20.
Assista ao vídeo com os melhores momentos da partida.

                 
Rio Novo jogou com Kaio no gol; Léo Piolho, Amauri, Matheus cabeça(Matheus Prata), e Felipe(Caio Neves); Pedro Henrique(Lucas), Murilo, Ricrdo torão e Diego Luís; Richardson e Pedro Ferreira(Renato). Técnico: Wesley Vieira.
Laranjal do técnico Iran Guedes jogou com Bernardes; Xandinho, Canela(Derreck), Daniel Ferreira e Pablo(Gabriel); Lucas(Igor), Pedro, Magno e Luís Felipe; Dyulio e Caio Marcos(Luan).

Parabéns as diretorias de todas as equipes que envolveram atletas e comissão técnica neste evento. Ao organizador Marcelo Enes. A TV Alterosa e a todos os profissionais de imprensa envolvidos na divulgação do campeonato.
Mais registros.






























Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser!